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segunda-feira, 28 de abril de 2008

2012 sob uma perspectiva científica.....e realmente tocante.

Muito se fala sobre o fim do mundo, o cataclisma final em 2012, calendário Maia, etc e tal....
Confesso que sempre fiquei com "a pulga atrás da orelha" . Embora vivendo a constatação inequívoca da humanidade tomar um rumo cruel e aparentemente sem volta, e do planeta demonstrar esgotamento e modificações importantes, quando se fala sobre isso, tudo sempre parece ou meio fanático, ou a longo prazo e tão manipulado, que eu ficava muito confusa sobre em que, e em quem acreditar.
Pois bem, finalmente coloquei os olhos na transcrição de texto muitíssimo bem colocado e discursado, embasado em dados científicos e esotéricos sérios, que coloca a questão evolutiva tanto humana quanto do sistema solar, em perspectiva.

O bacana disso tudo, é que, acompanhem: meu lado cético julgava algumas das informações enquanto as lia, e neste meio tempo, a TV ligada no History Chanel, apresentava um programa sobre o Sol - as manchas solares, as mutações e erupções que podem ser observadas e estudadas, e a confirmação do evento em Quebec, 1989, quando o avião do então Presidente Reagan sumiu dos radares e ficou completamente icomunicável. A cidade toda passou pela mesma pane. Atribui-se à consequência de uma explosão solar cujos raios liberados teriam atingido aquele trecho da atmosfera terrestre, gerando uma modificação eletro-magnética temporária, porém invasiva.

O texto que lhes mostrarei é referente à Palestra de Encerramento do Seminário de Páscoa de 2007, feita pelo Presidente da Fundação Samael Aun Weor, Sr. Karl Bunn.
O acesso a este magnífico trabalho me foi dado via a ESCOLA GNÓSTICA FUNDASAW- BRASIL. www.gnose.org.br, site que recomendo a visita!

Bem se você teve coragem de manter a leitura até aqui, informo que o texto é importante e impressionante.
Possa esta leitura lhe colocar mais perto de você mesmo, e de Deus.
Boa leitura.
Para acessá-lo, diretamente clique aqui: 2012 - uma visão científica

sábado, 15 de março de 2008

Com o que exatamente, estamos lidando?

Ando avessa à literaturas preditivas, acho mesmo que vivemos um momento facultativo, onde tudo pode ter lugar, dependendo de como administramos nossas escolhas. Portanto, cuidado!

Li um texto achando que era da semana corrente, e depois de ler tudinho, foi que vi a data: era de março de 2006.
Pasmem: o texto caberia perfeitamente em 2008....e com certeza caberia em outros diferentes meses, ou anos, ou décadas......
O que fica claro para mim, cada vez mais, é que não há nada acontecendo, que já não saibamos de antemão.
Nossos tropeços e acertos se sucedem uns aos outros, eternamente, buscando o equilíbrio, que pela própria natureza, tem de ser perturbado para nos precipitar pelos mais diversos caminhos, todos visando a evolução da consciência.
Cada vez me fica mais claro que estamos aqui para cumprir propósitos que não nos cabe conhecer de antemão, e que a vida não corre no ritmo que requer nossa ansiedade.
Portanto, gostando ou não, acredito que somos o resultado de nossas escolhas - e nada mais.
Não podemos evitar a pesada carga que geramos, daí a importância de focalizar no próprio crescimento, ao invés de nos distrairmos com previsões genéricas .....
O caminho é árduo, mas, é tudo o que temos!
Nos encontraremos pelo caminho. Boa viagem a todos nós!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Insigths

" Viagens......reveladoras viagens...


Levei o Rubinho para o passeio da tarde, e ele parou em frente a uma árvore cujo tronco, não pude deixar de notar, estava quase todo marcado por nomes, desenhos e símbolos, cravados à canivete, com uma profundidade considerável.
Não consegui prestar atenção nos nomes e formas porque comecei a sentir uma dor ardida, intensa e profunda, como se tivessem tatuado no meu corpo, esse monte de nomes e desenhos...
Uma parte de mim disse imediatamente:
“tá louca, Zizi? Só faltava essa agora: sentir a dor dos vegetais! Já não chegam as suas?”

Diante deste comentário mais que pertinente, passei a focalizar a atenção nessa dor, muito disposta a me livrar dela o mais depressa possível.
Surpresa: era tão real e intensa, que foi impossível ignorar ou desviar a atenção. Procedia!

Para entender melhor que raios e trovões estavam acontecendo comigo, me entreguei à sensação ainda que assustada com ela, e passei a assistir um roteiro, que rolava dentro de mim.

Veja só, que viagem:

Olhei para a árvore tatuada, que certamente não havia sido questionada, quanto mais respondido se queria ou não, ostentar estas informações cravadas fundo, em seu tronco...

Senti o peso da ilusão dessa raça dominante - a humana - subjugando a vontade (e à vontade), de uma raça “menor” a dos vegetais.....que não têm como se defender......lembrei do filme Planeta dos Macacos imediatamente, da inversão de poderes e da impossibilidade de comunicação verbal dos humanos consigo próprios e com os macacos...... tive uma vertigem e comecei a suar frio.....

Senti então, que em vários níveis, seres diferentes podem conviver sem conseguir se comunicar, e talvez até, sem saber que outros existem..... talvez não percebam nossa presença....
Talvez não tenham consciência de como as atingimos...de como nos beneficiamos delas, ou de quanto as negligenciamos.

Pensei que da mesma forma, não vemos, nem sequer percebemos ao certo, por exemplo, a influência dos astros sobre nós,....ou de seres que sabemos, podem existir nesta e em outras dimensões, que convivem conosco, mas só uma parte da nossa fantasia admite isso...
Na prática, não percebemos quando nos arrancam uma folha, ou cravam inscrições em nossos corpos, ou até mesmo fazem xixi em nossas raízes.

Desde este passeio, mais que isso: desde esta "viagem" , nunca mais consegui comer carne, de nenhuma espécie.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Quem perdeu a fé, já não pode perder mais nada.
(Publilius Syrus - século I a.C. – Sententiae).

Perder a fé, do jeito que a entendemos, é perder o sentido que há oculto em todas as coisas.
É perder o sabor e o sentido da própria vida.
Apesar de toda violência, de toda surdez espiritual deste mundo, das crescentes tragédias causadas ou não pela mão humana, havemos de não nos perder da fé!
A fé que move as montanhas de obstáculos entre nós e nossos objetivos.
Havemos de trocar objetivos por sonhos; ansiedade por confiança, medo por entrega.
Quem será capaz disso? Tentar pelo menos, pode vir a revelar coisas que não sabemos de nós mesmos, e que se revelam muito mais importantes que todo o resto.
Vamos juntos nessa?
ZZ