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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

23/07/2012 "Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low


CONSCIÊNCIA DOS ANIMAIS Facebook Twitter Orkut Youtube Olhar Animal



Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas
Marco Túlio Pires, de VEJA

Estruturas do cérebro responsáveis pela produção da consciência são análogas em humanos e outros animais, dizem neurocientistas
São Paulo - O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente.
Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.
Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:
Veja.com - Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito?
Philip Low - Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.
Veja.com - Quais animais têm consciência?
P. L. -Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.
Veja.com - É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos?
P. L. - Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.
Veja.com - Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência?
P. L. - Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.
Veja.com - Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito?
Philip Low - Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.
Veja.com - Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais?
 P. L. - Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo ? que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) ? consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.
Veja.com - Qual é a ambição do manifesto?
P. L. - Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.
Veja.com - As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento?
P. L.  - Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.
Veja.com - O que pode mudar com o impacto dessa descoberta?
P. L. - Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.
Fonte: site Exame.com

sábado, 5 de novembro de 2011

Como Posso Controlar os Meus Pensamentos?

Fica aqui uma dica: tente trocar a emoção de "desejar" pela de "aspirar".
É uma viagem! Interessante e enriquecedora!

domingo, 20 de junho de 2010

Método simples para começar a meditar

Sentado em posição cômoda, com o corpo ereto, coloque suas mãos sobre os quadris e direcione os seus olhos para a ponta do nariz.
Pratique o pranayama, aspiração, retenção e expiração, para purificação dos nervos.

Depois, concentre os sentidos e a mente com grande paciência e perseverança.

Medite sobre a palavra OM, recitando-a em seu interior como se fosse o contínuo repique de uma campainha. Pratique o pranayama unido ao OM dez vezes ao dia, e assim obterás o controle do prana.

Imagine um lótus dentro de seu coração, com as pétalas apontando para baixo, e correndo por ele o sushumna. Agora pense que as pétalas apontam para cima e que a flor está completa. Veja, no coração da flor, o sol, a lua e o fogo, um dentro do outro. Depois, trate de ver dentro do fogo a forma benigna de seu Ishtam. Medite sobre ele como a Causa Suprema do universo, e por último, sobre a unidade do Ser com Deus, a única existência.
Com tal mente o homem pode perceber a minha presença no interior dele mesmo. Tudo é luz!

- Krishna –
(Texto extraído do livro "Srimad Bhagavatan – As Sagradas Escrituras Védicas" – Ed. Edicomunicacion – Espanha).


Notas: Esse texto está contido no capítulo XI do Srimad Bhagavatan, uma das obras clássicas do Hinduísmo de cerca de 2000 a.C.
Trata-se de uma série de lições e práticas espirituais passadas por Krishna ao seu discípulo-arqueiro Arjuna.
Obs. Segue a explicação sobre alguns termos do sânscrito usados nessa tradução:

- Bakti (Bhakti): Devoção.
- Pranayama: Prática respiratória para o domínio bioenergético. É o quarto passo na senda dos oitos aforismos preconizados por Patanjali, o grande codificador do Yoga.
- OM: O Verbo Divino (também conhecido como pranava ou shabda), a vibração do Todo em tudo.
- Prana: O sopro vital; Energia.
- Sushumna: O nádi (conduto sutil de transporte de energia pelo corpo energético) central que passa pelo centro da coluna e pelas raízes dos chacras, verdadeira avenida vibracional por onde ascende a kundalini nos processos de ascensão espiritual.
- Ishtam: O Ser Divino escolhido como alvo mental da meditação do aspirante espiritual.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Auto-cura.

Olá!

Encontrei esta visualização orientada, especial para quem quer trabalhar auto-cura.
Com um pouco de imaginação dá para estender a cura, que geralmente focaliza o corpo físico, na cura de vícios de comportamento, compulsões, enfim, de tudo mesmo o que a gente quer se ver livre.
Mãos à obra, e bom trabalho!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

2012 sob uma perspectiva científica.....e realmente tocante.

Muito se fala sobre o fim do mundo, o cataclisma final em 2012, calendário Maia, etc e tal....
Confesso que sempre fiquei com "a pulga atrás da orelha" . Embora vivendo a constatação inequívoca da humanidade tomar um rumo cruel e aparentemente sem volta, e do planeta demonstrar esgotamento e modificações importantes, quando se fala sobre isso, tudo sempre parece ou meio fanático, ou a longo prazo e tão manipulado, que eu ficava muito confusa sobre em que, e em quem acreditar.
Pois bem, finalmente coloquei os olhos na transcrição de texto muitíssimo bem colocado e discursado, embasado em dados científicos e esotéricos sérios, que coloca a questão evolutiva tanto humana quanto do sistema solar, em perspectiva.

O bacana disso tudo, é que, acompanhem: meu lado cético julgava algumas das informações enquanto as lia, e neste meio tempo, a TV ligada no History Chanel, apresentava um programa sobre o Sol - as manchas solares, as mutações e erupções que podem ser observadas e estudadas, e a confirmação do evento em Quebec, 1989, quando o avião do então Presidente Reagan sumiu dos radares e ficou completamente icomunicável. A cidade toda passou pela mesma pane. Atribui-se à consequência de uma explosão solar cujos raios liberados teriam atingido aquele trecho da atmosfera terrestre, gerando uma modificação eletro-magnética temporária, porém invasiva.

O texto que lhes mostrarei é referente à Palestra de Encerramento do Seminário de Páscoa de 2007, feita pelo Presidente da Fundação Samael Aun Weor, Sr. Karl Bunn.
O acesso a este magnífico trabalho me foi dado via a ESCOLA GNÓSTICA FUNDASAW- BRASIL. www.gnose.org.br, site que recomendo a visita!

Bem se você teve coragem de manter a leitura até aqui, informo que o texto é importante e impressionante.
Possa esta leitura lhe colocar mais perto de você mesmo, e de Deus.
Boa leitura.
Para acessá-lo, diretamente clique aqui: 2012 - uma visão científica